outubro 08, 2011

Curiosidades


O primeiro filme a utilizar câmeras de 65 mm (mais tarde conhecida como Super Panavision) foi Ben-Hur (dirigido por William Wyler, EUA, 1959). A obra cinematográfica, por sinal, levou dois anos para ser concluída. Sua sequência mais famosa - a corrida de quadrigas - consumiu 94 dias de filmagem; dela participaram oito mil extras e 78 cavalos. Para a construção da arena, em Cinecittá, foram utilizados mil operários, durante um ano.


Fahrenheit 451 é um romance do escritor norte-americano Ray Bradbury. O cineasta francês François Trauffaut comprou os direitos da obra em 1962, porém o filme só foi realizado em 1966, na Grã-Bretanha, tornando-se a primeira obra colorida do diretor. Em uma das cenas, inclusive, o livro que deu origem ao filme também é queimado.


O Mensageiro do Diabo (The Night of The Hunter, EUA, 1955), baseado no romance de Davis Grubb, foi o único filme dirigido pelo grande ator inglês Charles Laughton, inesquecível na pele do monstruoso Quasimodo, na segunda versão de O Corcunda de Notre Dame (1939). Laughton atuou em vários filmes famosos (Os Miseráveis e O Grande Motim, ambos de 1935; Testemunha de Acusação, 1957). Recebeu o Oscar de Melhor Ator em 1933, por sua performance como Henrique VIII, em Os Amores de Henrique VIII, sob a direção de Alexander Korda.

Frases e filmes 3


Eu tive dois ataques do coração, um aborto, fumei crack... enquanto grávida. Fora isso, tô ótima! (Amélie Poulain, no corpo de Audrey Tautou, em O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, 2001)


O maior truque do diabo foi convencer o mundo de que ele não existe. (Verbal Kint/Keyser Soze, no corpo de Kevin Spacey, em Os Suspeitos, 1995)


Eu não sou má, apenas me desenharam assim... (Jessica Rabbit, em Uma Cilada para Roger Rabbit, 1988)


Você não é um floco de neve belo e único! (Tyler Durden, no corpo de Brad Pitt, em Clube da Luta, 1999)


Tenho algo pra você que não quero mais: trinta horas de dor, de uma vez só, só pra você. (Eric Draven, no corpo de Brandon Lee, em O Corvo, 1994)

agosto 01, 2011

No escurinho do cinema, o beijo

   Segundo François Trauffaut, antigamente muitos apaixonados pelas salas escuras acreditavam que assim as crianças nasciam: de um beijo na boca. Santa inocência, Batman...


   O primeiro beijo do cinema aconteceu em um pequeno filme de dois minutos, The Kiss (1896),  de William Heise. Nele, a jovem e loura May Irwin beijava o bigodudo John C. Rice, representando uma cena da peça A Viúva Jones (The Widow Jones). Provocaram, logicamente, a indignação de um certo crítico de jornal, que escreveu: Tais exibições deveriam suscitar a intervenção da polícia.


   Em Marrocos (Morocco, 1930), de Josef Von Sternberg, a diva Marlene Dietrich, atrevidamente vestida de fraque e cartola, beija na boca uma das clientes do cabaré. 


   Porém, o primeiro beijo sensual (e sexual) entre pessoas do mesmo sexo (excluindo-se aqui produções pornográficas) data de 1971, em Domingo Maldito (Sunday Bloody Sunday), filme inglês de John Schlesinger, onde a cena protagonizada pelos atores Murray Head e Peter Finch mais surpreendeu do que escandalizou, na época, justamente por ter sido filmada de forma muito simples, sem alarde.


   E Walt Disney também é "erotismo", por que não? Em Pinóquio (Pinnochio, 1940), quando o boneco de madeira se transforma num menino de verdade, um lindo peixe vermelho, com lábios à la Angelina Jolie, salta alegremente para fora do aquário e beija Pinóquio (e de quebra também o gato, seu próprio inimigo)... na boca.

   Um dos momentos mais curiosos do cinema está em Muito Além do Jardim (Being There), filme estadunidense de 1979, dirigido por Hal Ashby, com um magnífico Peter Sellers no papel de Chance, um jardineiro ingênuo intoxicado pela televisão. A cena mostra o personagem incapaz de beijar Eve (vivida por Shirley MacLaine), mais do que disposta a ele, porque está vendo, ao mesmo tempo, na tv, em primeiro plano, dois personagens beijando-se...

julho 11, 2011


A verdade é como um lustre. Todos na sala podem vê-lo, mas cada qual de um ângulo diferente. (Peter Ustinov)


Bobos é como somos em nosso estado natural e sérios é algo que temos de ser até podermos ser bobos outra vez. (Myke Myers)


Idade não é nada... A menos que você seja um queijo. (Billie Burke)


Todos nós sofremos grandes mudanças em nossa vida, que são mais ou menos uma segunda oportunidade. (Harrison Ford)


Os amigos a quem você pode  telefonar às quatro da manhã é que contam. (Marlene Dietrich)


Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado. (Charles Chaplin)


O cinema é o modo mais direto de entrar em competição com Deus. (Federico Fellini)


Meu trabalho é uma grande enganação. Sou paga para enganar as pessoas e elas querem ser enganadas. Quanto melhor eu enganá-las, mais elas gostarão do meu trabalho. (Ana Paula Arósio)

Sejamos francos: no nosso meio, tudo é imagem. O Brad Pitt é um ator incrível, mas vocês acham que ele seria famoso se não fosse bonito? (Jonathan Rhys Myers)


Eu nunca vou mentir minha idade. As pessoas me amam por muitas coisas e quando eu tiver 80 anos elas ainda estarão em mim. (Penélope Cruz)

O ator é um ladrão de coisas. Observa e guarda tudo para um dia usá-las. (Selton Mello)


Facebook? Não, obrigado. Prefiro exame de próstata. (George Clooney)