agosto 09, 2010

Confissões I


Passei a maior parte da minha infância vestido de super-herói, correndo pela casa com uma toalha vermelha no pescoço. (Matt Damon)


Nós napolitanos somos atores natos, além de poetas e sonhadores. Jamais achei que seria atriz um dia. (Sophia Loren)


Acho as mulheres um saco. Sempre achei. Amo Mickey Mouse mais do que qualquer mulher que já conheci. (Walt Disney)


Comer é um dos meus passatempos favoritos. A vida é curta demais para vivermos à base de algum troço dietético. (Kristin Scott-Thomas)



Adoro ser eu mesmo. Rico, bonito e talentoso. (Adam Sandler)



Eu amo meu bumbum e nunca tive vergonha por ele ser grande. (Jennifer Lopez)


Prefiro a companhia das mulheres. Aliás, os homens com quem faço amizade tendem a ser sensíveis, do tipo que chora com facilidade. (Richard Gere)



Eu adorava usar. E deixava aparecer. (Cleo Pires, sobre o fato de usar cuecas na adolescência)



Sou péssimo de cama. Sou bom é de texto. (Ney Latorraca)


Até eu fazer Gabriela, não era considerada muito sensual nem muito bonita. Foi tudo culpa do Jorge Amado. (Sonia Braga)


Eu não sou um cara legal. Perco a paciência com velhinhos na minha frente que demoram para atravessar a rua, sinto-me tentado a dar um soco na cabeça deles. (Hugh Grant)


Sou totalmente a favor do amor entre garotas. E Cameron é a mulher mais quente que eu já conheci. (Drew Barrymore)

julho 13, 2010

Curiosidades


   No filme Tina (1993), cinebio da cantora Tina Turner, a atriz Angela Basset usa cerca de 35 perucas ao viver o papel-título. Contudo, levando-se em conta as usadas por Larry Fishburne (Ike Turner), as ikettes, além de todos os extras, tem-se então aproximadamente... 1000 perucas.



   Sobras do material filmado de O Iluminado (1980) foram utilizadas pela produtora Warner na sequência final de Blade Runner (1982).

   David Geffen, co-produtor de Entrevista Com o Vampiro (1994), queria Daniel Day-Lewis como Lestat, mas o ator britânico recusou o papel. Anne Rice, autora do romance homônimo, por sua vez, a princípio não ficou contente com a escolha de Tom Cruise para o papel. Mas, ao ver a produção concluída, mudou de opinião.

 
   Em Uma Cilada para Roger Rabbit (1988), maravilhosa interação cinematográfica entre pessoas reais e personagens de cartoons, a voz da sensualíssima Jessica Rabbit é feita por Kathleen Turner; mas, quando canta, é feita por Amy Irving, mulher de Spielberg na época.







   Se não tivesse engravidado, Vera Miles teria vivido o papel principal de Um Corpo Que Cai (1958). Kim Novak, que a substituiu, teve um relacionamento nada fácil com o diretor, Alfred Hitchcock, principalmente por ela não aceitar algumas orientações dele.

Ela não usa e, de resto, gaba-se disso constantemente. 
(Hitchcock, sobre a atriz não usar sutiã na segunda metade do filme - idéia dela)

julho 02, 2010

Inesquecível Chaplin!


A pantomima serve perfeitamente onde as línguas se embaralham no meio da ignorância comum.


A obra cômica, se realizada com vida, pode ser tão grandiosa quanto uma tragédia grega.


Todas as minhas aspirações secretas, contidas, são satisfeitas quando escrevo e realizo um filme como O Grande Ditador. Entre o ditador e eu, não consigo distinguir qual é o verdadeiro Chaplin.


Muita gente me pergunta onde foi que me inspirei para criar a minha peronagem. Na verdade, Carlitos aparece como sendo a síntese de muitos ingleses que eu via em Londres quando era jovem: tipos de pequena estatura, de bigodinho pretos, roupas bem justas, e sempre portando uma bengala de bambu. A idéia da bengalinha foi a mais feliz de todas, pois foi ela que caracterizou a personagem e a tornou conhecida mais rapidamente. Desenvolvi o seu uso ao ponto de torná-la cômica por si só - por exemplo, quando ela se enroscava no pé de alguém ou puxava uma pessoa pelo ombro. Muitas dessas cenas acabavam por se tornar, inesperadamente, muito engraçadas.


Na verdade, a personagem Carlitos - essa figura que não sou eu, mas que se assemelha comigo como a um irmão - é para mim uma terrível responsabilidade.


Sem minha mãe, acho que jamais teria me saído bem na pantomima. Ela possuía a mímica mais notável que já vi. Às vezes, ficava durante horas à janela, olhando para a rua e reproduzindo com as mãos, os olhos e a expressão de sua fisionomia tudo o que se passava lá embaixo. E foi observando-a assim que eu aprendi não somente a traduzir as emoções com as minhas mãos e meu rosto, mas sobretudo a estudar o homem.


As duas personalidades que eu mais desejaria recriar em um filme seriam Napoleão e Jesus Cristo... Não representaria Napoleão como um general poderoso, mas como um ser fraco, taciturno, quase melancólico e sempre importunado pelos membros de sua família. Quanto a Cristo, gostaria também de modificá-lo no espírito das massas. Acho que a personagem mais forte, mais dinâmica e mais importante que já existiu, acabou por ser terrivelmente deformado pela tradição. Mostrá-lo-ia, então, acolhido em delírio por homens, mulheres e crianças. As pessoas iriam ao seu encontro para sentir seu magnetismo. Não mais seria um homem piedoso, triste e distanciado; um solitário que acabou por ser o maior incompreendido de todos os tempos.


Creio que Monsieur Verdoux é o melhor e o mais brilhante dos filmes que já fiz.


Faço parte do mundo - e no entanto ele me deixa perplexo.


No fundo, sou um pierrot sentimental.


 Não posso crer que nossa existência não tenha sentido, que seja mero acidente. como nos querem convencer alguns cientistas. A vida e a morte são determinadas demais, por demais implacáveis, para que sejam puramente acidentais.


julho 01, 2010

Lindos rostos do passado...

                                                      Alain Delon (1935)

 
                                                                   Grace Kelly (1929 - 1982)


                                                         Helmut Berger (1944)

                                                                  Ava Gardner (1922 - 1990)

                                                        Cary Grant (1904 - 1986)

                                                                 Catherine Deneuve (1943)

                                                       Clint Eastwood (1930)

                                                              Kim Novak (1933)

                                                     Marlon Brando (1924 - 2004)

                                                                Gene Tierney (1920 - 1991)

                                                             Robert Taylor (1911 - 1969)

                                                     Romy Schneider (1938 - 1982)

                                                          Montgomery Clift (1920 - 1926)

                                                     Elizabeth Taylor (1932)

                                                          Warren Beatty (1937)

                                                              Marlene Dietrich (1901 - 1992)

                                                                Paul Newman (1925 - 2008)

                                                     Jean Seberg (1938 - 1979)